Pensamento

Quando aparece no mundo um verdadeiro génio, podemos reconhece-lo através de um sinal: Todos os estúpidos se unem contra ele.
Jonathan Swift

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Afectos em trapos












O Lagar



Restaurante O Lagar


Casa de ambiente simples e confortável,
oferece especialidades minhotas confeccionadas com sabedoria.



Rua Doutor Vaz Guedes - Arcos de Valdevez
4970-604 ARCOS DE VALDEVEZ


Hoje almocei lá.
Sou fã deste pequeno ( em tamanho ) restaurante
Sopa
Prato
Vinho
Sobremesa
Café
simplicidade e simpatia
e a garantia de que, independentemente da escolha, será bom.

€8

É difícil , estando por perto, de não ir lá parar à hora do almoço.

tem 10 lugares ao balcão e umas 6 ou 7 mesas

1 conselho:
Aparecer antes das 13h00 para não esperar...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Flight of the Conchords

:-)

muito bom

Flight of the Conchords

Flight of the Conchords é um dueto da Nova Zelândia formado por Bret McKenzie e Jemaine Clement

Dedicam-se a misto de (bom) humor e (boa) música

pelo menos, eu gosto... por isso, recomendo



domingo, 15 de novembro de 2009

Jeff Buckley


Jeff Buckley passou a sua adolescência a ouvir diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colégio, decidiu que a música seria o caminho a seguir.
Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar para o G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram de seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.

Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afiada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma discográfica quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.

No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no "Sin-é", segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar.
Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que frequentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma tourné pela Europa, só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse periodo, acordou também, lançar um Ep com 5 músicas, gravadas no "Sin-é".

“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu vimos ele tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”).
Apesar disso e de uma longa tourné de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado.
A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM.
Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua gravadora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começar as gravações em Memphis, cidade onde morava na época.
No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca duma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objectos, enquanto ouvia Jeff a nadar cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.

O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.

Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem vindo a conquistar novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências.
Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos.



Aqui fica a Grace...

Death in Vegas

Rocco (Sing for a Drink Mix)

domingo, 8 de novembro de 2009

Não é tão lindo!!? A realidade sempre à frente da ficção

Funcionários públicos criam hino de sucesso (COM VÍDEO) - Portugal - DN





Um grupo de funcionários públicos, formado por membros do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo de Portimão (DTPU), decidiu criar o hino “Somos Funcionários Públicos” inspirado na música do popular tema de “We Are the World” cantado anos 80.

Tanto talento tem esta malta!
Pena é que na profissão errada... mas com tempo para os ensaios - e isso parece não faltar na câmara de Portimão... vão longe!
Parabéns!
Ai meu Deus... e eu a pensar que os funcionário públicos tinham acabado...que agora eram todos "Trabalhadores em Funções Públicas"...
e eu a preocupar-me com o SIADAP, os objectivos...
isto realmente, se é um País, é um país daqueles, como direi... espetacular

Muros... e lamentações

À esquerda, San Diego - E.U.A.
À direita, Tijuana - México

Isaac Newton: Construimos muitos muros e poucas pontes!







O muro fronteiriço Estados Unidos–México é um muro de segurança construído pelos Estados Unidos em parte da sua fronteira com o México. O seu objetivo é impedir a entrada de imigrantes ilegais, sobretudo mexicanos e centro-americanos procedentes da fronteira sul, em território dos Estados Unidos. A sua construção teve início em 1994 com o programa anti-imigração-ilegal conhecido como Operação Guardião (Operation Gatekeeper). Atualmente é formado por vários quilómetros de extensão na fronteira de Tijuana–San Diego. O muro inclui três barreiras de contenção, iluminação de muito alta intensidade, detectores antipessoais de movimento, sensores electrónicos e equipas de visão nocturna entrelaçados com radiocomunicações com a polícia de fronteira dos Estados Unidos, bem como vigilância permanente com veículos e helicópteros artilhados. Outras secções do muro foram erguidas nos estados de Arizona, Novo México e Texas. Além de ser um muro que separa geograficamente a fronteira San Diego-Tijuana, é um muro ideológico, que impede a ultrapassagem dos "subdesenvolvidos" para o mundo desenvolvido (primeiro mundo).

Mr. Gorgachev, tear down this wall




Ronald Reagan no Muro de Berlim em Junho de 1987: “Tear down this wall!”Em um discurso no Portão de Brandemburgo em comemoração ao 750º aniversário de Berlim [57] em 12 de junho de 1987, Ronald Reagan desafiou Mikhail Gorbachev, então Secretário Geral do Partido Comunista da União Soviética, para derrubar o muro como um símbolo de crescente liberdade no Bloco de Leste:

“ Damos as boas-vindas à mudança e à abertura, pois acreditamos que a liberdade e segurança caminham juntos, que o progresso da liberdade humana só pode reforçar a causa da paz no mundo. Há um sinal de que os soviéticos podem fazer que seria inconfundível, que faria avançar dramaticamente a causa da liberdade e da paz. Secretário Geral Gorbachev, se você procura a paz, se você procura prosperidade para a União Soviética e a Europa Oriental, se você procurar a liberalização, venha aqui para este portão. Sr. Gorbachev, abra o portão. Sr. Gorbachev, derrube esse muro!

Alemães em pé em cima do muro, em 1989, ele começaria a ser destruído no dia seguinte.O Muro de Berlim começou a ser derrubado na noite de 9 de Novembro de 1989 depois de 28 anos de existência. O evento é conhecido como a queda do muro. Antes da sua queda, houve grandes manifestações em que, entre outras coisas, se pedia a liberdade de viajar. Além disto, houve um enorme fluxo de refugiados ao Ocidente, pelas embaixadas da RFA, principalmente em Praga e Varsóvia, e pela fronteira recém-aberta entre a Hungria e a Áustria, perto do lago de Neusiedl.


OPouco depois deste anúncio houve notícias sobre a abertura do Muro na rádio e televisão ocidental. Milhares de pessoas marcharam aos postos fronteiriços e pediram a abertura da fronteira. Nesta altura, nem as unidades militares, nem as unidades de controle de passaportes haviam sido instruídas. Por causa da força da multidão, e porque os guardas da fronteira não sabiam o que fazer, a fronteira abriu-se no posto de Bornholmer Strabe, às 23 h, mais tarde em outras partes do centro de Berlim, e na fronteira ocidental. Muitas pessoas viram a abertura da fronteira na televisão e pouco depois marcharam à fronteira. Como muitas pessoas já dormiam quando a fronteira se abriu, na manhã do dia 10 de Novembro havia grandes multidões de pessoas querendo passar pela fronteira.

Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Muitas boates perto do Muro espontaneamente serviram cerveja gratuita, houve uma grande celebração na Rua Kurfürstendamm, e pessoas que nunca se tinham visto antes cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram o muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis aos ocidentais.