quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ganha quem mais perde - O Estado - Biggest Looser Portugal
É verdade. Temos finalmente boas notícias. O BIC vai comprar o BPN.
Sim o Estado Português enterrou - que se saiba - 2 mil milhões de euros e agora vende por 40 milhões.
O mesmo Estado que ninguém se lembrou de inscrever no Concurso dos Obesos. O mesmo Estado que - garantem as notícias - ainda suportará as indemnizações que vierem a ser pagas aos cerca de 700 funcionários a despedir...
Algum obeso se atreveria a avançar contra este Estado?...
Entretanto a malta vai alegremente discutindo outros assuntos de estado: Qual dos novos magros ganha os 50 mil euros. Nas revistas lê-se até já se trata o vencedor como novo milionário!
Pois claro, digo eu. Já fica com dinheiro bastante para comprar um T0 numa zona residencial mitrosa, suficientemente longe de algumas moradias lá para baixo.
O estado a que as coisas podem chegar num Estado deixado em estado de coma profundo!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A ternura da senhora do Soajo
Há uns anos atrás, de passeio pelo Soajo encontrei esta belíssima senhora com quem fiquei à conversa.
Ela tinha todo o tempo do mundo.
Eu, como o habitual, teria pressa - pois nem recordo do seu nome.
Um dia imprimi esta foto que lhe tirei. Dei comigo a usá-la na carteira.
Hoje a encontrei-a aqui, aqui entre documentos e cartões, como há uns meses dentro de um avião,
cheio de medo, e pressa...
como sempre.
Acho que o faço, numa espécie crença que não encontro noutras credos.
Talvez por temer a inexistência de uma Entidade Reguladora...
E que tudo seja tão rasteiro, aleatório e finito.
Nunca a procuro
mas quando a encontro
encontro uma certa paz e felicidade nesta fotografia,
como nas paradas águas de um lago que espelha a sua margem
Concerteza que não me levará/levaria a mal que aqui coloque/colocasse esta fotografia
para ilustrar como gostaria eu de saber encarar assim pacificamente o Devir.
domingo, 3 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Viana do Castelo, visita alternativa
Entre o decadente tribunal de trabalho e o "magnífico" axis hotel
Em frente ao 1º de Maio.
Ao lado do Hotel Parque
Algures na Areosa, uma verdadeira obra de arte.
O Inevitável 157. Pode ser encontrado um pouco por toda a cidade.
Para mim sempre foi um mistério cujo significado nunca descobri. Um Ocupa!?
Escolhi estes três de entre muitos que vi, geralmente em prédios devolutos. A marca: 157.
Da Matriz ao Mercado....
Encontramos:
Perguntas?
Abraços?
Sofrimento? Inquietações?
Atitude?
Apelos?
Avisos ?
Alertas para pseudo pandemias
E, como os últimos são os primeiros...
não podia faltar aqui o meu favorito...
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Roxanne, Praia da Amorosa
Quatro amigos decidiram embarcar na aventura de abrir um bar
chamado Roxanne, na praia da Amorosa.
Era com este som que se abriam as hostilidades
Com o mesmo som se "varriam" os clientes ao fim da noite.
Um abraço ao Vasquinho ( sempre presente, mas nunca no bar), ao Campelo ( e o seu álbum dos Z Z Z Z Top) e ao Rauzito, algures no Brasiu.
Faz 15 anos que tudo aconteceu...
chamado Roxanne, na praia da Amorosa.
Era com este som que se abriam as hostilidades
Com o mesmo som se "varriam" os clientes ao fim da noite.
Um abraço ao Vasquinho ( sempre presente, mas nunca no bar), ao Campelo ( e o seu álbum dos Z Z Z Z Top) e ao Rauzito, algures no Brasiu.
Faz 15 anos que tudo aconteceu...
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Restaurante Taberna Velhos Tempos, em Braga.
Rua do Carmo, 7.
Espreitámos...
Parecia típico e acolhedor.
E era mesmo.
Uma boa surpresa.
Voltarei, porque gostei.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Mudam-se os tempos
Coisas de ontem
A primavera, O Villas-Boas e o Sr. Engenheiro.
Aí está,
para primeiro dia de um verão que esperamos solarengo e verdadeiro...
já não é pouco...
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Justiça Salomónica no C.E.J.
CENTO E TRINTA E SETE candidatos a juízes e a magistrados do M.P. foram todos corridos com um dez num exame. Porquê? Porque foram apanhados a copiar, imagine-se!
Como diria o Calimero: " É uma injustiça...!"
Que começa muito antes dos bancos dos tribunais.
Infelizamente, mais um exemplo da tal meritocracia que nos vai empurrando para a bancarrota. Alegremente.
Shame on you.
Como diria o Calimero: " É uma injustiça...!"
Que começa muito antes dos bancos dos tribunais.
Infelizamente, mais um exemplo da tal meritocracia que nos vai empurrando para a bancarrota. Alegremente.
Shame on you.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
A análise política do meu filho
De quem gostas mais?
Do Cavaco Silva, do José Sócrates ou do Pedro Passos Coelho ?
Do Panda, respondeu o Tomás, sem hesitações.
Do Cavaco Silva, do José Sócrates ou do Pedro Passos Coelho ?
Do Panda, respondeu o Tomás, sem hesitações.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
A banda mais bonita da cidade
Uma vez que o video já foi visto mais de cinco milhões de vezes...
a aventura com o super-homem sente a obrigação de trazer aqui a Oração.
a aventura com o super-homem sente a obrigação de trazer aqui a Oração.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Já tenho saudades
Chega ao fim o dia 10 de Junho.
De Portugal, de Camões e das Comunidades.
Mas fica tristemente marcado por uma fatalidade.
Faleceu um dos meus grandes amigos.
Tinha 52 anos. Não se faz.
Já tenho saudades.
Até seeeeeeeempre, Freixinho.
De Portugal, de Camões e das Comunidades.
Mas fica tristemente marcado por uma fatalidade.
Faleceu um dos meus grandes amigos.
Tinha 52 anos. Não se faz.
Já tenho saudades.
Até seeeeeeeempre, Freixinho.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Antípodas
Juntando-me ao meu filho, aos seus colegas da Creche e clientes do Lar de Idosos
Ontem assisti à inauguração de um parque infantil e a um improvisado teatrinho de fantoches.
De um lado os clientes mais novos fitavam com especial interesse e até alguma cobiça
a fila de cadeiras de rodas que se acomodara do outro lado da rua
posso adivinhar que ganhavam coragem para pedir brinquedo igual, com rodas iguais
pois que nunca terão visto por casa - não foi o meu caso
tal ironia forçou-me um nó na garganta
e não evitei algumas lágrimas
De tão inusitada prateleira,
até ali conduzida do lado oposto da rua,
como da vida,
os cidadãos usados,
crianças no seu tempo,
devolviam já apenas pálidos sorrisos
e nas caras tinham olhos,
olhos que viram tanto e tantas coisas
que agoram já só olhavam...
ternamente
ali depositados
terna mente
por filhos sem tempo
olhavam apenas
como que perpetuando memórias de um estado bruto de felicidade
de onde vieram um dia
ter a este estado desenganado
de nada pensar
só olhavam...
alegremente
tristemente
vagamente
ora além do que a vista alcança
ora um ponto imaginário...parecido com... ontem!?!
não, que não é já tempo de ilusões.
Suspirando!
e pensando em ... nada
agora, mais nada....
Que nunca na vida se sentiram com tanto tempo para esperar.
Mas o que é esperado que esperem?
Sofrer pouco, dir-se-á. Já não é pouco esperá-lo.
Voltei a procurar o olhar mais belo do mundo - que não fui a tempo de mostrar ao meu pai -
e encontrei o Tomás já encantado, seguindo os fantoches
sentado no chão
Concluí apenas pela incrível semelhança
dos gestos
dos sorrisos
das palmas
da abstração
do contentamento
do efémero
das reacções
entre a senhora, que alguém entretanto ajudou procurar uma sombra
(e agora pouco mais que vegetava) ao meu lado
e a minha criança sentada no chão
dois extremos
daquilo a que chamamos
vida.
Ontem assisti à inauguração de um parque infantil e a um improvisado teatrinho de fantoches.
De um lado os clientes mais novos fitavam com especial interesse e até alguma cobiça
a fila de cadeiras de rodas que se acomodara do outro lado da rua
posso adivinhar que ganhavam coragem para pedir brinquedo igual, com rodas iguais
pois que nunca terão visto por casa - não foi o meu caso
tal ironia forçou-me um nó na garganta
e não evitei algumas lágrimas
De tão inusitada prateleira,
até ali conduzida do lado oposto da rua,
como da vida,
os cidadãos usados,
crianças no seu tempo,
devolviam já apenas pálidos sorrisos
e nas caras tinham olhos,
olhos que viram tanto e tantas coisas
que agoram já só olhavam...
ternamente
ali depositados
terna mente
por filhos sem tempo
olhavam apenas
como que perpetuando memórias de um estado bruto de felicidade
de onde vieram um dia
ter a este estado desenganado
de nada pensar
só olhavam...
alegremente
tristemente
vagamente
ora além do que a vista alcança
ora um ponto imaginário...parecido com... ontem!?!
não, que não é já tempo de ilusões.
Suspirando!
e pensando em ... nada
agora, mais nada....
Que nunca na vida se sentiram com tanto tempo para esperar.
Mas o que é esperado que esperem?
Sofrer pouco, dir-se-á. Já não é pouco esperá-lo.
Voltei a procurar o olhar mais belo do mundo - que não fui a tempo de mostrar ao meu pai -
e encontrei o Tomás já encantado, seguindo os fantoches
sentado no chão
Concluí apenas pela incrível semelhança
dos gestos
dos sorrisos
das palmas
da abstração
do contentamento
do efémero
das reacções
entre a senhora, que alguém entretanto ajudou procurar uma sombra
(e agora pouco mais que vegetava) ao meu lado
e a minha criança sentada no chão
dois extremos
daquilo a que chamamos
vida.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




































