Sem as bandas-sonoras a Televisão,
fotografias candidatas a vencer o World Press Photo,
nem querendo saber se há portugueses entre as vítimas ( Shame on You...)
deixava apenas o meu pesar com a miséria e a desgraça
em cima de mais miséria... e mais desgraça
que assola por esta altura o Haiti.
Alguém ao meu lado atira frases como: Que puto de tempo se pôs para o fim-de-semana!
Aquela situação em que se descobre que para usar o WC de um café é preciso levar a chave...
Uma vez encontrei de um lado WC e do outro WS,
presumo que este último das senhoras...
um outro em que, por cima do papel para limpar as mãos tinha um recado do dono em que pedia encarecidamente para que cada cliente não gastasse mais do que dois papéis...
mas fiquei mais fascinado ainda com uma chave que tinha um, digamos, porta-chaves ...
que só não falava, mas dizia coca-cola...
já passou algum tempo e confesso que não voltei a entrar no café, tão pouco a usar a casa-de-banho
mas qualquer dia volto lá só para matar saudades :-) do porta-chaves
Acabo de prestar atençao a esta banda.
Esteticamente surpreenderam-me ( pela negativa )
Nao sei se gosto do "estilo"
nem sei muito bem onde se enquadram... acho que nem importa,
sao muito bons, pelo que vou comprar o disco dos moços :-)
Banksy
Nascido em Bristol, foi expulso da escola aos 14 anos e preso por pequenos delitos.
De identidade incerta, não costuma dar entrevistas.
O seu trabalho é uma constante provocação.
Os pais dele não sabem da fama do filho:
"Eles pensam que sou um decorador e pintor".
Recentemente, ele trocou 500 CDs da cantora Paris Hilton por cópias adulteradas em lojas de Londres,
colocou no parque de diversões Disney uma estátua-réplica de um prisioneiro de Guantánamo.
usa stencil e grafite e crítica social para fazer arte outdoor
Em telas e muros faz suas críticas, normalmente sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, provocando nos observadores, quase sempre, uma sensação de concordância e de identidade.
Algumas das obras de Bansky alcançaram preços altíssimos entre colecionadores
Pois esta tarde, fui procurar um Rui Jorge que nao quer saber de um Flavio.
Uma longa historia...de trabalho.
Mas, definitivamente, nao pode queixar-se da vida quem passa uma tarde, mesmo que seja de trabalho, mesmo que esteja sozinho, quando pode ver coisas destas
Riba de Mouro ( Monçao )
... A caminho da Corga, depois de atravessar o Rio Mouro
O privilégio de observar, de outra perspectiva, uma das nossas mais belas paisagens, munido de um par de binoculos, a inestimável companhia do Miguel, ornitólogo de serviço e a possibilidade de descer o Rio Minho, observando garças, patos reais, corvos marinhos em plena actividade e um belo e muito raro exemplar da Águia Pesqueira, com um peixe no bico.
Não me lembro de ter tanto frio, mas ainda assim valeu o sacrifício.
Obrigado à Corema, na pessoa do Gualdino,
não esquecendo a simpatia e disponibilidade da Tripulação da embarcação Rio Minho.
Casa de ambiente simples e confortável, oferece especialidades minhotas confeccionadas com sabedoria.
Rua Doutor Vaz Guedes - Arcos de Valdevez 4970-604 ARCOS DE VALDEVEZ
Hoje almocei lá. Sou fã deste pequeno ( em tamanho ) restaurante Sopa Prato Vinho Sobremesa Café simplicidade e simpatia e a garantia de que, independentemente da escolha, será bom.
€8
É difícil , estando por perto, de não ir lá parar à hora do almoço.
tem 10 lugares ao balcão e umas 6 ou 7 mesas
1 conselho: Aparecer antes das 13h00 para não esperar...
Jeff Buckley passou a sua adolescência a ouvir diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colégio, decidiu que a música seria o caminho a seguir. Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar para o G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram de seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.
Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afiada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma discográfica quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.
No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no "Sin-é", segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar. Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que frequentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma tourné pela Europa, só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse periodo, acordou também, lançar um Ep com 5 músicas, gravadas no "Sin-é".
“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu vimos ele tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Apesar disso e de uma longa tourné de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado. A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM. Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua gravadora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começar as gravações em Memphis, cidade onde morava na época. No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca duma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objectos, enquanto ouvia Jeff a nadar cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.
O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.
Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem vindo a conquistar novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos.
Um grupo de funcionários públicos, formado por membros do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo de Portimão (DTPU), decidiu criar o hino “Somos Funcionários Públicos” inspirado na música do popular tema de “We Are the World” cantado anos 80.
Tanto talento tem esta malta! Pena é que na profissão errada... mas com tempo para os ensaios - e isso parece não faltar na câmara de Portimão... vão longe! Parabéns! Ai meu Deus... e eu a pensar que os funcionário públicos tinham acabado...que agora eram todos "Trabalhadores em Funções Públicas"... e eu a preocupar-me com o SIADAP, os objectivos... isto realmente, se é um País, é um país daqueles, como direi... espetacular
À esquerda, San Diego - E.U.A. À direita, Tijuana - México
Isaac Newton: Construimos muitos muros e poucas pontes!
O muro fronteiriço Estados Unidos–México é um muro de segurança construído pelos Estados Unidos em parte da sua fronteira com o México. O seu objetivo é impedir a entrada de imigrantes ilegais, sobretudo mexicanos e centro-americanos procedentes da fronteira sul, em território dos Estados Unidos. A sua construção teve início em 1994 com o programa anti-imigração-ilegal conhecido como Operação Guardião (Operation Gatekeeper). Atualmente é formado por vários quilómetros de extensão na fronteira de Tijuana–San Diego. O muro inclui três barreiras de contenção, iluminação de muito alta intensidade, detectores antipessoais de movimento, sensores electrónicos e equipas de visão nocturna entrelaçados com radiocomunicações com a polícia de fronteira dos Estados Unidos, bem como vigilância permanente com veículos e helicópteros artilhados. Outras secções do muro foram erguidas nos estados de Arizona, Novo México e Texas. Além de ser um muro que separa geograficamente a fronteira San Diego-Tijuana, é um muro ideológico, que impede a ultrapassagem dos "subdesenvolvidos" para o mundo desenvolvido (primeiro mundo).